Como sapos queimados


Estudos biológicos mostram que um sapo colocado num recipiente, com água que retiramos da lagoa, fica estático durante o tempo em que a aquecemos, mesmo que ela ferva. O sapo não reage ao gradual aumento de temperatura (mudanças de ambiente) e morre quando a água ferve. Inchado e feliz.

Por outro lado, o sapo que seja colocado, no mesmo recipiente, com a água já a ferver, salta imediatamente para fora. Meio queimado, mas vivo!

Às vezes não percebemos as mudanças. Achamos que corre tudo muito bem, ou que aquilo que está mal vai passar, que é só uma questão de tempo. Estamos prestes a morrer, mas ficamos a boiar, estáveis e apáticos, na água que vai aquecendo. Acabamos por morrer, inchadinhos e felizes, sem percebermos as mudanças à nossa volta.

Sapos fervidos não notam que, além de serem eficientes (fazer bem as coisas), precisam de ser eficazes (fazer as coisas certas). E para que isso aconteça, há necessidade de um continuo crescimento, com espaço para o diálogo, para a comunicação clara, para dividir e planear, para uma relação adulta. O desafio, ainda maior, está na humildade em actuar, respeitando o pensamento do próximo. Há sapos queimados que ainda acreditam que o fundamental é a obediência, e não a comparência: “ Manda quem pode e obedece quem tem juízo.” E nisto tudo, onde está a vida de verdade?

É melhor sair meio queimado de uma situação, mas vivo e pronto a agir.


E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus. Romanos 12:2

maiorca fm iurd
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